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| OS OBJECTOS ACUMULAM-SE, A FAMÍLIA AUMENTA E OS METROS QUADRADOS APERTAM CADA VEZ MAIS? SAIBA O QUE PODE FAZER PARA TRANSFORMAR UM T0 NUM PALACETE... OU QUASE.
Texto de Mariana Monteiro |
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O que é uma casa pequena?
Não mais do que um espaço que sente ser demasiado reduzido para o que necessita. Mas não há nada como comparar. A Confidencial Imobiliário/LardoceLar.com levou a cabo um estudo sobre a área média dos imóveis colocados no mercado, por região. Os dados referem-se ao segundo trimestre de 2009.
| Região |
Média área
total |
Média área
T1 e T0 |
| AM Lisboa |
123,1 |
59,9 |
| AM Porto |
144,8 |
68,3 |
| Norte |
172,8 |
61,3 |
| Centro |
161,9 |
71,4 |
| Alentejo |
140 |
67,6 |
| Algarve |
148,8 |
69 |
Mini micro habitações
Gregory Paul Johnson levou ao extremo o lema de viver num espaço pequeno e habitou durante seis anos em...13 m2. Impossível? O responsável pela Small House Society diz que não.
Como surge o movimento e quem são os seus fundadores?
Diria que Sarah Susanka e Jay Shafer são pessoas-chave na fundação do que é hoje o Small House Movement. Mas sempre houve pessoas que viveram em casas pequenas por escolha ou necessidade. Mas acho que desde o ano 2000, com a miniaturização e convergência de tecnologias, podemos viver em espaços mais pequenos sem sacrifícios. Também penso que o maior conhecimento sobre ecologia influenciou o movimento.
Há quanto tempo vive na sua casa com 13 m2?
Vivi lá desde o Outono de 2003 até 2009. Em Agosto mudei-me para um pequeno apartamento na Baixa de Iowa (EUA). O apartamento tem cerca de 25 m2 e a estrutura é semelhante à da minha antiga casa. Mas esses seis anos foram uma óptima experiência. Escrevi o livro Put Your Life on a Diet, Lessons Learned From Living in 140 Square Feet sobre viver na Mobile Hermitage. ------
Qual a parte mais divertida e a mais difícil?
O melhor é, se for bem projectada, estar em contacto com a natureza e ter uma vida mais pacífica, simples e eficiente. Os problemas prendem-se com a falta de alguns confortos, como uma cozinha completa ou um duche.
Como reagiram a família e os amigos?
No início estavam entusiasmados, mas ao mesmo tempo pensavam como é que eu iria conseguir. Não é algo que muitas pessoas tenham feito – deixar uma série de bens e viver num espaço tão pequeno. Portanto foi um choque, mas com desejos de boa sorte pelo meio.
Teve de tomar duche no ginásio e comer fora muitas vezes... Viver numa casa pequena acaba por ser caro?
Na verdade, não. Não se tem o custo com aquecimento e refrigeração e a conta da electricidade é reduzida. Além disso, não precisa de muita manutenção.
Conhece alguém de Portugal que tenha aderido ao movimento?
Acho que existem pessoas por todo o mundo que abraçaram a vida mais pequena e é provável que muita gente tenha visto artigos sobre o movimento. O que é único neste momento é que pessoas que teriam outras opções escolhem viver em espaços pequenos, e é isso que merece a nossa atenção.

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PROJECTOR
Lagra e Posto de trabalho
Ludvig, ambos Ikea. |
| AS MARQUISES APROVEITAM O ESPAÇO. |
Verdadeiro: Só se conseguir eliminar as paredes que a dividem das divisões contíguas.
Falso: Implicam uma perda de luz enorme e acabam por ser apenas lugar de arrumos desarrumados, certo? |
Sala de estar
• Uma solução que combine prateleiras com módulos que fecham é o ideal para criar um escritório na sala e esconder o “caos criativo” das visitas
• Se mandar fazer estantes e módulos de arrumação por medida, pode optar por luz encastrada que poupará uns centímetros em candeeiros
• O espaço por debaixo de uma janela permite instalar estantes para arrumar livros, CDs e DVDs
• Se tem um pé-direito alto, pode aproveitar o espaço entre a ombreira da porta e o tecto para colocar uma pequena prateleira
• Para espaços muito reduzidos, o melhor é derrubar paredes e unir área de cozinhar e comer, estar e dormir. Pode aproveitar a altura para colocar a cama acima das restantes áreas
• Uma estante pode servir para arrumar e separar a zona de convívio da de descanso
• Se tem um sótão ou águas-furtadas, instale estantes baixas em toda a extensão da parede
• Uma estante com rodas em frente de outra de parede resulta para quem tem muito que arrumar

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Planear para aumentar
O arquitecto José Adrião defende que num espaço reduzido o mais importante é planear. Isto para “ampliar ao máximo a luz que entra do exterior e criar pés-direitos o mais altos possível e fazer arrumos muito bem sistematizados”, os três factores-base para uma casa pequena, mas confortável. A distribuição deve também ser diferente da de uma casa grande, aproveitando todos os recantos. O arquitecto aposta em áreas abertas e flexíveis, onde se junta cozinha, zona de refeições e de convívio. O ideal seria ter também um quarto à parte, mais privado. E para todos os que têm medo do orçamento, sustenta que se pode fazer magia a baixo custo e que o investimento compensa. |
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| É PREFERÍVEL TER UMA COZINHA PEQUENA MAS SEPARADA DA SALA. |
Verdadeiro: Só se a exaustão não funcionar.
Falso: Com os sistemas tão bonitos e funcionais que existem no mercado, abolir a parede que separa a cozinha da sala significa ganhar espaço sem perder beleza. |
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Só e acompanhado
Miguel Borges de Sousa vivia sozinho num T0. Quando decidiu viver com a namorada tinha duas opções – vendê-lo e comprar uma nova casa ou comprar o apartamento adjacente e unir os espaços. Optou pela segunda e não se arrepende.
Qual a tipologia e a área da casa quando a comprou?
A casa era um T0 com 48 m2. Sala com kitchenette, uma casa de banho e jardim com cerca de 50 m2, no centro de Lisboa. Sempre pensei na compra como uma solução temporária.
Porque optou por esta casa?
Optei pela casa por causa da localização e do jardim. Além disso, tinha sido remodelada recentemente com obras de fundo e boas opções estéticas.
A sua altura foi uma dificuldade extra para equipar a casa?
Como meço 1,90 m, a única preocupação foi na escolha da cama.
Já tinha mobiliário? Conseguiu encaixá-lo na casa?
Não tinha. Na altura só havia Ikea em Espanha, mas sabia que tinham boas soluções para estúdios. Aluguei uma carrinha e num fim-de-semana comprei tudo, desde talheres e copos, a toalheiros, tapetes, sofá e cama. Até guardanapos de papel trouxe.
Que soluções de arrumação adoptou?
Optei por comprar uma cama alta e colocar o sofá por baixo para poupar espaço e separar fisicamente a zona de dormir da zona de estar. Ainda sobrou espaço para dois cadeirões e mesa de apoio.
Costuma receber amigos?
Quando recebo, prefiro utilizar o jardim como área de convívio, onde tenho uma mesa e cadeiras.
Acabou por comprar a casa ao lado da sua. Que área e distribuição tinha essa casa?
A compra da casa do lado acontece passados alguns anos. Uma junção de oportunidade e sorte. Trata-se de uma fracção gémea, também T0 com jardim. A união permitiu duplicar a área de jardim e criar dois quartos, um com casa de banho. O hall de entrada passou a servir de escritório e a antiga arrecadação foi convertida em closet.
Depois dos apartamentos unidos, que novos usos dá agora à sua casa?
A sala permite receber mais confortavelmente os amigos e o grande jardim, com árvores de fruto, agora permite ter espaço para lounge.
Alguma vez se arrependeu por ter comprado uma casa pequena?
Não. Além de gostar muito da zona onde vivo, e ser uma condição por si só suficiente, a primeira compra teve também em conta o potencial de acrescentos à casa que o logradouro permitia. Por outro lado, acho que viver aqueles anos com pouco espaço deu-me a capacidade de apreciar muito mais a casa espaçosa que tenho agora.
Peças-chave
Sofia Costa é decoradora e confessa a dificuldade que tem ao projectar espaços pequenos. Mas acredita que com imaginação é possível criar um lugar de encantar.
“Pôr um sofá de três metros é desproporcionado. Quem quer ter uma cama de dois metros num quarto com 9 m2 só pode ter a cama”, aconselha. O essencial é um sofá-cama e muita organização. Não deve haver muita mistura de materiais e cores, porque qualquer coisa fora de sítio destaca-se mais. Aproveitar a altura com armários de 35 cm de fundo e até ao tecto é fundamental e quando possível deve recorrer-se ao mobiliário por medida. “Tem de ser tudo pensado ao milímetro”, refere. Deve ter-se a iluminação distribuída. E mais importante de tudo: “As pessoas têm de racionalizar o que precisam, não comprar aquela banheira que daí a dois meses já não serve... Não podem ocupar o espaço todo, senão não vivem.”
| UM SOFÁ-CAMA É SEMPRE PREFERÍVEL PARA OPTIMIZAR APARTAMENTOS PEQUENOS. |
Verdadeiro: Se o pé-direito for baixo não há outra alternativa.
Falso: Uma cama em altura pode ser uma boa opção e um sofá aberto pode originar ainda menos espaço ou mesmo não caber no que há disponível. |
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Espaço para todos
Rui Mineiro e Rita Barão conseguiram transformar o T1 onde viviam numa casa de família. Hoje vivem no mesmo espaço com as duas filhas de 1 e 3 anos. Rui explica como conseguiram.
Com duas filhas tão pequenas, como reorganizaram o espaço?
Tivemos de “inventar” um quarto. Decidimos dividir a sala que se transformou em salinha e quarto. Antes de proceder a esta operação, tivemos de nos livrar de tudo o que não era essencial. A mesa de jantar foi a primeira – ocupava muito espaço e as nossas refeições eram na cozinha. A nossa preocupação foi, depois, maximizar o conforto e a funcionalidade. Usámos algumas regras-base. Antes de comprar qualquer coisa, pensar na relação custo/benefício. Consideramos como custos o espaço que o objecto ocupa e o preço e como benefícios o nível de utilidade e de conforto que nos vai trazer. Por vezes, é preferível comprar algo mais caro.
Porque preferem ficar na mesma casa pequena?
Gostamos de viver perto do centro da cidade – estamos perto do trabalho, perto dos infantários, não gastamos tempo em filas de trânsito e as despesas com transporte próprio são baixas. O preço das casas no centro da cidade é bastante elevado, pelo que optámos por manter a casa pequena no centro da cidade para viver durante a semana e decidimos investir numa segunda casa para passar os fins-de-semana de forma mais calma e desafogada num local onde os preços são muito mais baixos. |
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CADEIRAS
empilháveis Regata,
da Capdell. |
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Cozinha
• Se precisa mesmo de uma mesa de refeições na cozinha, opte por uma de gaveta ou rebatível
• A arrumação suspensa facilita a busca por objectos
• Um balcão ajuda a separar a kitchenette da sala e oferece arrumação ou serve de mesa, com cadeiras altas
• Se tiver cadeiras e bancos dobráveis, pode pendurá-los na parede com um simples camarão
• Em vez de ocupar a bancada com pequenos electrodomésticos, pode colocá-los em suspenso
• Os sistemas de arrumação de alimentos em armários de cozinha são óptimos substitutos das despensas
• Módulos de arrumação de gavetas ajudam a manter a ordem
• Pode sobrepor máquinas de lavar e secar roupa
Casa de banho
• Opte por um duche em vez de uma banheira
• Procure que o módulo de lavatório tenha espaço para arrumação
• Um espelho de parede inteira faz o espaço parecer duas vezes maior
• Pequenos esconsos podem converter-se num lavabo social, com loiças de banho pouco volumosas
Não tão grande
 Sarah Susanka é uma arquitecta inglesa nos EUA que se apercebeu que uma casa maior não é necessariamente melhor. Escreveu o livro The Not so Big House e a partir daí começou a construir a sua filosofia.
Porque decidiu projectar casas mais pequenas?
Quando vim de Inglaterra para os EUA, notei que muitas pessoas não usavam os espaços sociais da casa. Passavam muito tempo na cozinha e sala da família. Quando me tornei arquitecta, quis ajudar as famílias a gerir melhor o dinheiro, eliminando divisões desnecessárias e tornando a casa menor. O que se poupa em metros quadrados é usado na qualidade e estilo da casa.
De quanto espaço é que uma pessoa precisa mesmo?
Uma casa Not so Big é cerca de um terço menor do que pensamos precisar, mas com o mesmo orçamento. A casa deve ser a expressão de quem a habita. Não digo de quanto espaço uma família precisa porque cada um tem necessidades diferentes. Not so Big não é sobre um tamanho, mas sobre gerir os recursos de forma a que os habitantes não se imaginem a viver em mais nenhuma casa.
Quantas pessoas já têm uma casa destas?
Nos EUA, o número está a crescer e os meus livros têm sido best sellers. Também já fui contactada por pessoas de outros países, mas aí o problema não é tanto o tamanho das casas mas as proporções dos espaços.
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| NÃO SE PINTA UM ESPAÇO PEQUENO COM CORES ESCURAS. |
Verdadeiro: As cores claras dão noção de mais espaço.
Falso:Uma cor escura aplicada uniformemente em todo o espaço pode torná-lo mais acolhedor e iludir quanto às dimensões. |
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| CAMA com arrumação da Bo Concept. |
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Quartos
• Um cabide volante pode ser uma boa opção para colocar as roupas que veste mais
• Prefira camas com gavetas ou sistemas basculantes para fazer arrumação
• Uma pequena estante de parede pode substituir a mesa de cabeceira
• Um estore em madeira pode servir para isolar zonas e manter a privacidade, mas as portas de correr são a melhor solução
• Prefira um armário por medida que aproveite todo o espaço disponível e não se esqueça de prever os diferentes tipos de roupa e sapateira
• No vão da janela pode colocar um baú com almofadas que serve para sentar e arrumar roupa de cama
• No quarto das crianças, as peças devem ser encostadas às paredes, de forma a dar o máximo de espaço para brincar no centro
• Divida o quarto das crianças em altura – use um módulo com cama alta, que permite privacidade para dormir e espaço de brincar comum
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ARMÁRIO da Metropolitan Closet.
PORTAS de correr Spacy e Lúcia da Leroy Merlin. |
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| AS PEÇAS DOBRÁVEIS SÃO UMA BOA OPÇÃO. |
Verdadeiro: Só se forem mesas extensíveis, mas que nunca se movam do lugar.
Falso: Cadeiras, bancos, camas dobráveis para uso comum também ocupam espaço, mesmo dobrados, e são um aborrecimento constante para quem quer ter a casa arrumada. |
Corredor • Aproveite todo o comprimento e altura para instalar estantes e armários • Deve arrumar os armários colocando o que menos precisa nas prateleiras superiores e junto ao chão. Os objectos mais usados devem estar ao alcance das mãos. A mesma regra funciona para os livros mais e menos consultados
• Opte por portas de correr
• Não só a lateral como o fundo do corredor podem ser aproveitados para arrumação • Para a entrada escolha uma mesa suspensa para colocar chaves e correio |
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PENSADA DE FRESCO
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| CLOSET da Neves Roupeiros. |
Vera Jardim ainda está a mudar-se, mas já leva encaixotadas muitas ideias para gerir os metros quadrados. A sua grande aposta vai para a arrumação em altura.
Qual a tipologia da casa?
É um T1 com 67 m2. A sala tem 26 m2. O restante está distribuído por quarto, cozinha, WC e hall de entrada.
Já tem algum mobiliário?
Já, mas a casa ainda não está totalmente equipada. Vou fazendo à medida da minha disponibilidade. Também considero que uma casa é uma construção – processo que deve ser desfrutado.
Porque optou por um T1?
Porque vai ao encontro das minhas necessidades e porque valorizei a localização.
Já pensou em soluções de arrumação?
Tenho consultado muitos catálogos, trocado muitas impressões com pessoas nas mesmas circunstâncias ou que trabalham na área da decoração e até mesmo com os funcionários das lojas a que tenho recorrido.
Pensa mudar para uma casa maior mais tarde?
Sim. Sonho ter um espaço maior, fazer um upgrade. Mas não tenho pressa nenhuma. Estou bem onde estou.
Qual acha que vai ser a maior dificuldade no espaço pequeno?
Uma dificuldade é, exactamente, a falta de espaço. Ele não cresce, mas a tralha sim.
E a parte mais divertida?
A parte divertida é a gestão do (pouco) espaço: tentar que tudo encaixe como uma peça de um puzzle. É também divertido – e absorvente – pensar nas várias possibilidades para melhor aproveitamento dos espaços. Tento pensar em todos os objectos não apenas do ponto de vista decorativo mas também do seu potencial de arrumação. Consulto catálogos. Comparo dados – modelos, medidas, preços... E porque sou alta invisto na verticalidade. Tento ocupar o espaço aéreo. Aproximo tudo do tecto.
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PEQUENO UTILITÁRIO
Se viver no centro da cidade é cada vez mais caro, já há quem encontre a solução em reduzir o espaço sem perder qualidade de vida. As Studio Residence em Portugal e as Abito no Reino Unido são dois exemplos. Os primeiros foram uma ideia da Chamartín Imobiliária e existem já no Porto, em Coimbra, em Lisboa e na Covilhã. Os apartamentos são feitos a pensar em trabalhadores deslocados que procuram uma solução acessível e perto de pontos de interesse da cidade. Além do clássico T0, os modelos incluem o T0 duplex e o estúdio evolutivo, com paredes móveis de madeira e vidro que criam uma divisão separada quando necessário, sem perdas de luz. Os preços variam entre os €85 000 e os €175 000. As áreas também oscilam, a partir dos 33,3 m2. O conceito da Abito é quase o mesmo, mas usando um bloco central onde ficam as máquinas, a casa de banho e a cozinha e ainda só foi aplicado em Manchester. www.studioresidence.pt e www.abito.co.uk |
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Projecção em 3D
de um apartamento Abito. |
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